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Mostrando postagens de março, 2024

a quinta

 Eis as cinco até agora Canções: 1- Minha Rua 2- Passos 3- Nem eu,nem você 4- Ladrilhar 5-  Te quero bem Desde o início, eu quis fazer algo diferente com esse ciclo. São canções pequenas, como jóias, como moedas em um bolso. Tem o aspecto lúdico, mas nunca pueril.  É lidar contra e a partir das expectativas: pois a canção é muito conhecida. Outra coisa é experimentar, como um diário, uma desconstrução do que se espera sobre o que virá. É preciso construir um contexto, que é a primeira canção, mas a partir daí utilizar o contexto da canção - um rua, um bosque, os perigos do amor - e daí ir em outra direção. Desromantizar a canção. Desliricizar a cantiga A última vai direto nisso: é mais irônica. Daí foi a mais difícil de fazer, mais truncada, mais coisas soltas. Eu pequei duas frases da canção original e a partir delas fiz o piano girar, se mover por ele mesmo, nunca acompanhando. Nessa canção frisei mais o que eu fiz nas outras. Mostrar a dissociação, a não sincronização....

quatro primeiras

 Com a média de uma por semana, já foram compostas 4 canções do ciclo. São canções de pequena duração, seguindo materiais melódicos e textuais da canção popular, da proto canção.  A relação entre voz e piano é mais livre, com o piano como uma orquestra, criando cenas, e a voz sem estar seguindo um texto contínuo. Temos palavras-imagens da canção original projetadas para se ouvir. Isso impede construir um discurso musical, uma esperada relação entre texto, sintaxe e melodia. A quarta canção foi a mais gostosa de fazer. Começou como uma seção instrumental independente para piano, como exercícios de escalas consonantes. Depois foi reintroduzindo este material, para servir como réplica sonora às pedras do caminho da canção.  Canções: 1- Minha Rua 2- Passos 3- Nem eu,nem você 4- Ladrilhar 3-